Ilford fp4 Black & White film auf römerturm funktional matt

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David Kühne
Ilford fp4 Black & White film auf römerturm funktional matt
118 p.
paperback
rhein verlag, 2010
edition of 100
isbn: 9783944574080

«selbstreferentialität» im buchstäblichsten sinn. die konseqenz ist ein spiegelnder abgrund, der einen monotonen echorhythmus zurücklässt.

TRIVIAL

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Bruno Rios / Juan Narowe / Ricardo Reis
Belo Horizonte (1989 -) / Mariana (1993 -) /

TRIVIAL
Cosac Naify, Meli – Melo Press
São Paulo, 2015.

Idioma: Português
brochura, 500 exp.
14  x 20 cm. offset p&b

ISBN: 978-85-920517-0-9
Tiragem: 500 exemplares

Trivial é consequência, rua vasta, 3 caminhos, encruzilhada, elo firme, breu.
Foi produzido e editado na cidade de São Paulo, entre outubro e novembro de 2015 durante a 1ª Residência da Feira Plana e impresso pela Ipsis Gráfica e Editora – Santo André/SP. Finalizado em Belo Horizonte, em dezembro do mesmo ano.
Contém anexos impressos em risografia e carimbo sobre papéis variados.
http://www.brunorios.net/11103537
Trivial é um livro de Bruno Rios, Narowe e Ricardo Reis, desenvolvido na residência da Feira Plana em uma parceria com Cosac Naify, Meli-Melo Press e Ipsis Gráfica. Os três artistas mineiros imergiram na cidade de São Paulo e produziram todo o material da publicação num processo intenso de desenho e experimentação gráfica.

Todo conteúdo do livro foi pensando e construído a partir da relação com a cidade e seu entorno e dos parques gráficos disponíveis aos residentes.

Há entre a produção dos três artistas um vínculo comum com o cotidiano urbano, observado sob a ótica do palimpsesto: sobreposição de camadas, planos e tempos.

A heterogeneidade presente no dia a dia da cidade é interpretada como uma rica fonte de referências e aproximações, por intermediar e apresentar formas diversas do relacionar e do percorrer. Já que ao mesmo tempo que estimula caminhos, oferece passagens e aguça sentidos cacofônicos e dissonantes, abrindo espaços conforme o acaso e o uso.

Trazendo este aprendizado oferecido pelo contexto urbano para a prática do desenho, opera-se um gesto gráfico que traça, encarna, abandona, sobrepõe e retoma caminhos, sem métodos definidos a priori, como um tratado do encontro, ponto de partida da experiência, pois enquanto a obra se faz, inventa-se também o modo de fazer. Seu conteúdo se adensa pela incorporação do que se vive, como a imagem do errante: que caminha, observa e ressignifica.

Deste modo o processo de construção do livro e sua narrativa, apontam para o caminho da fragmentação, do acúmulo, das variações de escala e tempo: aproximando-se do nosso entendimento de cidade e seus cursos, onde o corpo opera também como matéria de desenho, traça um rastro e ao caminhar ainda incorpora passagens.

[fonte das imagens]

Transporte

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Ewa Priester, 1980-  (Detmond Alemanha. Vive no Rio de Janeiro)

Transporte
Editora da autora.
Rio de Janeiro, 2014.

Brochura, 12 x 18,1 cm
30 exp.
p&b; jato de tinta
[36 p.]

Nota do site da artista:
“Meus ensaios fotográficos feqüentemente se desenvolvem em séries. Imagens a serem lidas umas sobre as outras ou vistas todas ao mesmo tempo. Contando coletivamente uma história. É natural que se desenvolvam na forma de um livro.
O prazer em editar as fotografias, de combiná-las e de explorar as possibilidades que o paralelo e a passagem das páginas proporciona.
O texto presente nos livros é breve e possui seu próprio espaço. Não é posicionado ao lado das fotografias, mas sim entre elas. Não para esclarecer, muito menos ilustrar, mas sim para trazer um elemento novo, algo que nem mesmo esteja presente na foto.
O olhar sobre o detalhe, o imperfeito e o acaso me fascina.”

http://www.ewapriester.de

[fonte das imagens]

The Bildungsroman and it’s Significance in the History of Realism

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Mikhail Bakhtin (Orel/ Rússia, 1895-1975) [Michael Maranda, Canadá, 1966]
The Bildungsroman and it’s Significance in the History of Realism.
Toronto, Parasitic Ventures Press, 2007
23 x 15,3 cm

No início da Segunda Guerra Mundial, o manuscrito do livro de Mikhail Bakhtin existiu em duas vias: uma, o projeto final, estava em Sovetsky pisatel, a editora que preparava o livro para publicação, e um rascunho que o escritor manteve consigo. Como a cópia da editora formaria a base da edição impressa, Bakhtin utilizou sua cópia como papel de cigarro (que estava em falta) e, diz-se, fumou o manuscrito durante a guerra. Infelizmente, no cerco de Moscou, os escritórios editoriais de Sovetsky pisatel (e o manuscrito) foram destruídos.

Pode baixar uma prévia do livro aqui.

The Bildungsroman and it’s Significance in the History of Realism.

At the beginning of the Second World War, the book-length manuscript of Mikhail Bakhtin’s The Bildungsroman [Novel of Education] (1936-38) existed in two copies; one, the final draft, was at Sovetsky pisatel, the house that was preparing the book for publication, and an early draft, which he retained. As the publisher’s copy would form the basis of the printed edition, Bakhtin repurposed his copy as cigarette paper (in short supply) and, it is said, smoked it away over the course of the war. Alas, in the seige on Moscow, the editorial offices of Sovetsky pisatel (and the manuscript) were destroyed.

THE LOST BOOK SERIES

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Speak Italian: the fine art of the gesture: a supplement to the Italian Dictionary

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Bruno Munari, 1907-1998 (Milão/ITÁLIA)
Speak Italian : the fine art of the gesture – a supplement to the Italian dictionary / by Bruno Munari.
San Francisco: Chronicle Books, 2005.

120 p. : il. p&b ; 16,5 x 12 cm.
Idioma: texto paralelo em italiano e inglês.

ISBN : 9780811847742 (pbk.)
ISBN : 0811847748 (pbk.)

Attenzione!

They say that a gesture is worth a thousand words, and when it comes to speaking with your hands, the Italians speak volumes. This quirky handbook of Italian gestures, first published in 1958 by renowned Milanese artist and graphic designer Bruno Munari, will help the phalange-phobic decipher the unspoken language of gesturesa language not found in any dictionary. Charming black-and-white photos and wry captions evoke an Italy of days gone by. Speak Italian gives a little hand to anyone who has ever been at a loss for words.

[fonte – Chronicle Books]

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Lucas di Pascuale Detalhes 1968 – (Córdoba/ ARGENTINA)
Taurrtiisstaa / Turista artista
Córdoba, Argentina: Del Cíclope, 2009.

[60] p.: il. p&b ; 21 x 15 cm.
Impressão em offset, tiragem de 300 exemplares [68/300], numerados e assinados.
Exemplar número 68 de 300, assinado pelo autor. BU-Livro de Artista

ISBN : 9789872294373

“Los dibujos “Taurrtiissttaas” arribaron después de excursiones.
Excursiones solitarias en la ciudad de Amsterdam y excursiones solitarias en la Rijksakademie Bibliotheek.

A la ciudad la recorrí como perdido. Me dirigía a un lugar que alguien me había recomendado conocer y la mayoría de las veces
no podía dar con él, aunque en el trayecto otros lugares detuvieron mi mirada. Recorrí las calles de Amsterdam en una bicicleta que me prestó Romeo Góngora, un artista canadiense cuyos padres son guatemaltecos. Los recorridos suelen ser los momentos en los que pienso mi trabajo y esta vez eran también la forma de realizarlo.

En la biblioteca me concentré en la sección de libros y catálogos de artistas y la visité en orden alfabético. Miré todos esos libros como si estuviera en una librería y buscara pistas que me indicaran cuál libro escoger. La biblioteca de la Rijksakademie es hermosa por su actualidad y variedad. Sobre todo me emocionó encontrar, de algunos artistas, el libro que les publicó una editorial junto a su primer catálogo.

De muchas de esas publicaciones escogí alguna de sus imágenes para dibujarla. Pensé en el dibujo como en una escritura, en la ciudad y las ideas de otros artistas como modelos a retratar.
Pensé en el retrato como en un aprendizaje y en ese aprendizaje como el sentido de mi producción.

De pronto apareció la colección. Tengo un Araki y un Clark,
un Calle y un Demand, un Goldin y un Hatoum, un Haacke
y un Kabakov, un Kawamata y un Malevich, un McCollum
y un Monge, un Oiticica y un Orozco, un Porter y un Sarmento, entre muchos otros.”

fonte: www.lucasdipascuale.com.ar

16’39” a extinção do reino das coisas deste mundo

Ana Luisa Lima e Fernanda Rappa

16’39” a extinção do reino das coisas deste mundo
Cigarra Editora
São Paulo, 2015

14,3 x 19 cm
Assunto: conto ficção
Brochura – 123 p.
Idioma: Português
ISBN: 978-85-69848-00-4

O livro é resultado de uma pesquisa sobre o trabalho de um grupo de pequenos agricultores, no interior da Paraíba, sobre a preservação de sementes de variadas espécies ameaçadas de extinção, trazendo à tona o processo paradoxal de existência que a humanidade construiu para si.