Hyperobjets d’art

Pascal Le Coq
Hyperobjets d’art
Rennes: Incertain Sens, 2012
[112 p.]
dos carré cousu collé, couverture à rabats,
offset 4 cores
24 x 16,5 cm.
Coproduction Fonds régional d’art contemporain Bretagne(Rennes) et Galerie Lara Vincy (Paris).
ISBN 978-2-914291-47-7

Um hiperobjeto de arte é um produto de hipermercado ou loja de departamentos contendo involuntariamente a assinatura de um artista na sua embalagem, pelo princípio do logogrifo ou de homonimia. A revelação da assinatura é obtida pela remoção de sinais desnecessários (a tinta usada para cobri-los deve ser da mesma cor que o fundo do objeto original.) Ex. um pacote de lenços KLEENEX é um  hiperobjeto do pintor KLEE.

Os HyperObjets foram apresentados pela primeira vez em 1997 no número 5 da enciclopédia oxo. Seu desenvolvimento neste livro é uma transmutação, ou seja, a implantação em um espaço que não seja a enciclopédia e, a fortiori, sua entrada no mercado de arte. A frase “Work in progress” colocada na capa indica que esta série, como qualquer proposta oxo, é um projeto aberto: sua forma, conteúdo, contexto, pode continuar a evoluir.

Pascal Le Coq inventaria duzentos e oitenta Hyperobjets de arte, indiferentemente obtidos em supermercados a partir das prateleiras de produtos alimentícioscosméticos ou culturais e classificados em ordem cronológica por escolas, do gótico ao contemporâneo.


“Un Hyperobjet d’art est un produit d’hypermarché ou de grand magasin contenant de manière involontaire la signature d’un artiste sur son emballage, par le principe du logogriphe ou de l’homonymie. La révélation de cette signature est obtenue par la suppression des signes superflus (la peinture utilisée pour les recouvrir étant de la même couleur que le fond de l’objet original). Ex. Un paquet de KLEENEX est un hyperobjet d’art du peintre KLEE / Les Hyperobjets d’art ont été présentés pour la première fois en 1997 dans le détail numéro 5 de l’encyclopédie oxo. Leur développement dans ce livre constitue une Transmutation, c’est-à-dire un déploiement dans un espace autre que celui de l’encyclopédie et, a fortiori, leur entrée dans le marché de l’art. La bande “Work in progress” placée sur la première de couverture signale que cette série, comme toute proposition oxo, est un chantier ouvert : par sa forme, son contenu, son contexte,elle pourra continuer d’évoluer.”

Pascal Le Coq inventorie ainsi deux cent huit cas d’Hyperobjets d’art, indifféremment glanés dans les supermarchés aux rayons des produits alimentaires, ménagers, cosmétiques ou culturels et classés ici chronologiquement par écoles, du gothique au contemporain.



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