Ten Isometric Drawings for Ten Vertical Constructions

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Fred Sandback
Ten Isometric Drawings for Ten Vertical Constructions
New York City, USA: Lapp Princess, (1977), 2003.
[24] p.
15.3 x 15.3 cm
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2000 ex.

Simple vertical lines on a three dimensionally grided field create surprisingly complex spatial relationships in this Lapp Princess Press publication, the first in a series.

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Writer and art critic Amy Baker founded Lapp Princess Press in 1977 with the goal to create artists’ books that could be purchased by the widest possible audience. Works were published in editions of 2,000 and sold for $3 each. Other than the uniform format (6 inches square), artists were given complete freedom in terms of the content. Sandback, who would later marry Baker, was the first artist invited. Eleven others followed between the years of 1977 and 1979, until Baker left to become executive publisher of Artforum. Other artists include David Shapiro, Chuck Close, Victor Burgin and Alice Aycock.

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O livro da Nina para guardar pequenas coisas

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Keith Haring (Estados Unidos, 1958-1990)
O livro da Nina para guardar pequenas coisas
São Paulo, Cosac Naify, 2010

Português; capa dura
72 p.
23 x 31 cm
ISBN: 978-85-7503-888-8

Tradução: Alípio Correia de Franca Neto
Texto na quarta capa: Nina Clemente

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Além de incentivar a criatividade e o imaginário, O livro da Nina para guardar pequenas coisas nasceu a partir de uma história de afeto entre o artista plástico norte-americano Keith Haring (1958-90) e Nina, filha do pintor italiano Francesco Clemente. Em seu aniversário de sete anos, a menina recebeu de Haring um livro inteiramente personalizado. Na mesma linha de Rabiscos (2009), de Taro Gomi, O livro da Nina é um objeto pessoal para desenhar, pintar, colar adesivos, folhas, fotos dos amigos, lembranças de um dia no circo e até pensamentos – desde que sejam pequenas coisas. Publicado agora em fac-símile, a edição brasileira conta, ainda, com um depoimento exclusivo da própria Nina Clemente, 22 anos após ter ganhado o presente.

As criações de Keith Haring marcaram as artes gráficas dos anos 1980. Seu traço se popularizou pelo mundo todo e é admirado até hoje por artistas da nova geração, como Osgemeos. Veio cinco vezes ao Brasil, uma delas para participar da Bienal de Arte de 1983.

O livro da Nina para todos

Seguindo a linha iniciada por Rabiscos (2009), de Taro Gomi, em que as crianças são convidadas a interferir no livro, por meio de desenhos e colagens, a Cosac Naify publica O livro da Nina para guardar pequenas coisas, do artista plástico norte-americano Keith Haring (1958-90). O livro foi um presente de Haring para Nina Clemente – filha do pintor italiano Francesco Clemente –, em seu sétimo aniversário. A edição brasileira traz, na quarta capa, um texto exclusivo da própria Nina, hoje com 28 anos:

“Ele tinha uma capacidade inata de transcender a vida adulta e foi meu melhor companheiro de infância, para além da nossa diferença de idade. […] Fiquei muito feliz ao saber que O livro da Nina para guardar pequenas coisas seria publicado no Brasil. Eu morei algum tempo no Rio de Janeiro e sei que Keith ficaria contente também: a energia, as cores intensas, o ritmo e a vibração deste país estão em sintonia com sua arte e seu modo de vida”.

Keith Haring deixou um legado de ícones famosos: pinturas, esculturas, colagens, desenhos no metrô, em camisetas etc. Sempre preocupado com que suas obras alcançassem o grande público, preferia “expor” nas ruas, lojas e clubes – as exposições em museus e galerias vieram bem depois. O artista queria um tipo de arte que fosse realmente pública. Para ele, era inconcebível pensá-la separada da vida real: “Para quê pintar se não se é transformado por seu próprio trabalho?”, costumava dizer. Seus desenhos, que têm na primazia da linha sua maior força, sobrevivem até hoje e são admirados por nomes da nova geração, como Osgemeos.

Escrito e ilustrado por Haring, a proposta de O livro da Nina para guardar pequenas coisas é tornar-se um objeto pessoal da criança, para desenhar, pintar, colar adesivos, folhas, fotos dos amigos, lembranças de um dia no circo e até pensamentos – desde que sejam pequenas coisas. “Se quiser colecionar coisas grandes, arrume uma caixa”, alerta nas instruções.

A edição original, um fac-símile daquela que a Nina ganhou em 1988, foi publicada somente após a morte do autor, em 1994. Para adequar ao leitor brasileiro um livro manuscrito, feito inteiramente de modo artesanal, a Cosac Naify empreendeu um cuidadoso trabalho de desenho e ajuste das imagens e da fonte – desenvolvida a partir da letra do próprio Haring. O papel foi pensado de forma a resistir a cola, canetinha, durex e outros materiais.

Haring visitou o Brasil cinco vezes. A primeira, como artista convidado da Bienal de 1983, quando pintou um painel que não existe mais na avenida Sumaré, em São Paulo. Nas viagens seguintes, costumava se hospedar em Ilhéus (BA), na casa do amigo e também artista Kenny Scharf, onde pintou murais e produziu telas e esculturas inspiradas na cultura brasileira. Sempre rodeado pelas crianças, ele deixou um registro em seu diário sobre sua relação com Nina Clemente:

“Alguns dias antes de voltar de Nova York, visitei Nina e Chiara Clemente, e ficamos desenhando juntos nas paredes de sua casa. Acho que esse foi um dos momentos mais marcantes da minha vida. […] Tenho certeza de que fui um bom companheiro para muitas crianças e talvez tenha marcado suas vidas de forma duradoura, e lhes ensinado um pouco sobre o que é compartilhar e cuidar”. (Outubro de 1987, Keith Haring Journals, p. 239). Nina certamente concorda.

[fonte das imagens]

 

With My Left Hand

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Erica Van Horn
With My Left Hand
Coracle, 2006
28 p.
photocopy with letterpress cover.
16,5 x 13,3 cm
300 ex.
grampeado
ISBN 0 906630 29 0

A re-make of Les Coleman’s With My Right Hand from 1982, this one being Irish Made, as opposed to the earlier one from White Lies Publications being English Made.

Vivi uma história da arte

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Viviane Pasqual
Vivi uma história da arte
Porto Alegre, Modelo de Nuvem, 2013
Idioma: Português
capa dura;
224 p.
21,3 x 25,3cm
cor, offset
ISBN: 879.85.63057.20.4

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Campos de cuidado

Campos de cuidado

Alexandre Copês, 1988 – (Brasil)
Campos de Cuidado
Porto Alegre, RS: azulejo arte impressa, 2015.
10 x 15 cm, il. col., 94 p.
Offset
100 ex. num. Exemplar nº 24/100

português
brochura

Tipo de documento: livro

ISBN: 978-85-69059-03-5

Notas: Capa cartão 290g
Miolo em papel Pуlen 90g

Site do artista: cargocollective.com/alexandrecopes/Alexandre-Copes

Caderno de Guerra

Caderno de guerra de Carlos Scliar

Carlos Scliar (Santa Maria, RS – 1920-2001)
Caderno de Guerra
Texto de Rubem Braga.
Rio de Janeiro, Sabiá, 1969
31,5 x 22,3 cm.
47 ff. s/n.; 65 ilustrs.
offset, pb

Nota: dedicatória de Scliar na folha de rosto, caneta vermelha

Edição feita em comemoração do 25º aniversário da Vitória das Forças Aliadas e em homenagem aos homens da Força Expedicionária Brasileira que lutaram na Itália.

O artista Carlos Scliar mostra os registros que fez em seu caderno na Itália, quando serviu na Força Expedicionária Brasileira durante a 2ª Guerra Mundial. Em depoimento incluído no livro, o artista afirma: “Foram esses desenhos que me salvaram. Todos os dias pareciam os últimos, a tensão era permanente. Através dos desenhos, sem me dar conta eu revalorizava a vida, redescobria o mundo (…)”.

http://carlosscliar.com/obras/cadernos-de-guerra-194445/

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A number of things

A number of things

Micah Lexier (Canadá, 1960)
A number of things
Vancouver, Canadá: Artspeak, 2008.
32 p.; il. pb.;
20,5 x 25,5 cm
Offset
grampeado
ISBN: 978-0-921394-63-1

Designed in collaboration with Jean Eby
Illustrations by Christy Nyri

artspeak.ca