Parahereges

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León Ferrari (Buenos Aires/ARGENTINA, 1920-2013)

Parahereges: collages
São Paulo: Expressão, 1986.

40 p.: principalmente il.,
p&b
30 x 21 cm.

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A obra apresenta 40 colagens compostas a partir de gravuras religiosas de Dürer e desenhos eróticos orientais.

Coordenação editorial: Marcelo Tápia

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[fonte das imagens: MASP]

“Nestas colagens o autor recortou, mesclou e colou desenhos de diferentes autores, especialmente gravuras de Dürer das séries O Apocalipse, A Grande Paixão, A Vida de Maria etc., realizados entre 1493 e 1515 e publicados em Albert Dürer, Catalogue raisonné des Bois de Craves, Berthaus International, 1980. Todos os desenhos eróticos, chineses, japoneses, hindus e nepaleses foram realizados por Penny Slinger, que trabalhou em linhas centenas de miniaturas e gravuras do Tantra e do Taoísmo, publicados em Sexual Secrets, the Alchemy of Ecstasy de Douglas e Slinger, Destiny Books, New York, 1979. As igrejas das lâminas 8 a 11 são de Leon Battista Alberti: Santa Andrea e São Sebastião em Nântua e São Pancrácio em Florença. Foram reproduzidas da revista Arquitetural Design, vol. 49, nº5-6. A lâmina 38 mostra a catedral de Reims. O corpo do dragão da lâmina 7 é parte da gravura de Hans Holbein E a Besta foi Presa e com Ela o Falso Profeta, reproduzido em Le Livre Secret de l’Apocalipse, de Gille Quispel, edições Albin Michel, Paris, 1981. Do mesmo livro foram tirados: o anjo – repetido 15 vezes – da lâmina 23 e os três anjos da lâmina 28. Os quatro são ilustrações anônimas da bíblia de Hans Lufft, versão em alemão de Martinho Lutero, impressa por Lufft, em Wittemberg em 1534. A Vênus da lâmina 28 é uma Afrodite de Praxiteles do século IV a.C. e o Apolo da lâmina 24 é um bronze romano de 460 d.C. encontrado em Selimante. Na lâmina 36 é reproduzido o Cristo em Majestade de Valtarga, Museu de Arte da Catalunha, e na 37, do mesmo museu, o Cristo em Majestade da abside de São Clemente de Tahull.”

http://www.leonferrari.com.ar/
https://vimeo.com/63219163

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Livro da Árvore

Sonia Lins (Belo Horizonte, 1919-2003)
Livro da Árvore
17 pranchas acondicionadas em um estojo
Rio de Janeiro : Imprita, c1984.
27 x 35 cm

nota: assinado com as iniciais SL

http://www.sonialins.com.br/obras/o-livro-da-arvore

“Tenha a coragem de jamais queimar uma árvore.”

Rasgada pela Transamazônica, alvo de faraônicos projetos de desenvolvimento, a Amazônia era considerada, essencialmente, uma fronteira a ser desbravada e explorada economicamente, no Brasil do início dos anos 1980. A imprensa e ecologistas, entretanto, começavam a alertar sobre o desmatamento de milhões de hectares de florestas. Aos 65 anos, Sonia Lins viu os sinais de fumaça ao criar, em 1984, o seu Livro da Árvore, um manifesto poético e gráfico contra queimadas.
Para isso, Sonia devastou a coleção de revistas National Geographic dos netos. Dali saiu o material para as colagens que compõem o livro. “Nunca tinha feito colagem na vida, mas tinha uma artista aqui, chamada Hanna Szulc, que me deu uma noção. Eu, muito rápida, aprendi tudo e fiz o livro. Quis fazer um livro mais visual do que para ler. Fiz com que as páginas fossem soltas, para fazer um livro bem livre”, contou Sonia, em entrevista à sobrinha Marilia Andrade.
Um dos destaques da obra é um mapa do Brasil composto de imagens de queimadas. “Tive a ideia de fazer quando estava indo pra Bahia e olhei aquelas árvores queimadas pelas fábricas de carvão”, lembrou a artista. Além de um poema-manifesto, o livro ainda traz a reprodução de um trabalho que seria mostrado na exposição Se é para brincar eu também gosto. Pacientemente recortadas uma a uma, letras de vários tamanhos e formas coladas sobre papel de grandes dimensões formam galhos e folhas de uma árvore.
Elogiado por escritores como Carlos Drummond de Andrade, Otto Lara Resende e Rubem Braga, Livro da árvore foi lançado em dezembro de 1985, no Palácio das Artes, em Belo Horizonte. No coquetel, um dos assuntos era a construção de um edifício na antiga casa onde morara a família de Sonia. Para isso, seria necessário derrubar uma árvore de 90 anos.

PDF aqui

Site da artista e fonte das imagens – www.sonialins.com.br

Format

Format
Sarah Crowner
New York, Primary Information, 2012
86 p.
20 x 25 cm
21 Color and 43 B&W images
1000 ex.
ISBN: 9780985136406

In FORMAT, Sarah Crowner’s first widely distributed artist book, the artist creates a roving collage of source material culled from a diverse range of previously distributed print material: magazines, books, posters, newspapers, postcards, etc. This publication provides a rare insight into the artist’s working practice, demonstrating Crowner’s concerns with visual formulations hinged on historical investigations, particularly in the overlap of art, writing, fashion, and design. Crowner’s graceful positioning of this material gives the reader a spirited visual narrative that unfolds many of our inherited formal mantras of the 20th Century.

http://www.primaryinformation.org/

Gráfico assemblage

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Frederico Floeter (Brasil)
Gráfico – Assemblage
São Paulo, 2015
Português
Encadernação espiral
19 x 26,5 cm
risografia
cor

fredericofloeter.org

Parse

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John Baldessari
Parse
Zürich: JRP | Ringier, 2010
240 p.
25.4 x 33.2 cm

John Baldessari (*1931) is a key proponent of Conceptual art and one of the most important figures in contemporary art of the last forty years. Since his sensational “Cremation Project” in 1970, which involved burning all the paintings he had made between 1953 and 1966, his work has revolved around the relationships between language and image as forms of expression. In his painting, photography, film/video, collage, and reliefs, Baldessari explores the mechanisms of media representation, as well as the subject of artistic work itself. Early on, Baldessari began integrating images and text from advertising and movies into his works and building up a large archive of film stills, publicity, and press photographs. This image material is then contrasted, cropped, and processed in numerous variations and visual realizations. From 1980, the artist worked mostly without text in series of photographs and pictures, while continuing to deal with conflicts and constructions of narrative content. Over the course of his oeuvre, overpainting, voids, gaps, and withheld information increasingly take on the function of the language evoked within the viewer.

For this book, John Baldessari has developed a sequence of incomplete, cut-out, and mysterious images, which leads to a construction of meanings and stories. We make our way through pages of fragments from B-movie stills—grouped by the artist into compelling layouts—to a second chapter with “complete” pictures. Juggling with themes of composition, omission, and the creation of rhythm, using fragmented visual information, John Baldessari references the way information and its construction is generally handled in this original artist’s book.
(via http://www.jrp-ringier.com)

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Revista

Revista, 2009

Marcelo Silveira (Gravatá/ PE, 1962)
Revista
Recife : Ed. do Autor, 2009.
[96] p. : il. p&b
30 x 23 x 1 cm.
Offset.
1.000 ex.

Texto em português e inglês.
edição de fotografia e projeto gráfico: Marcelo Silveira e Robson Lemos
Texto de Moacir dos Anjos
tradução: Paul Webb

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Livro de artista, reproduz colagens em preto e branco, feitas a partir de reproduções de imagens impressas em revistas e livros. Trabalho realizado a partir dos originais produzidos por Marcelo Silveira e equipe (Ateliê), no período de 2008 a 2009.
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Mais info: http://marcelosilveira.art.br/

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Mar

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Thais Graciotti, Mar
São Paulo: Pingado Prés, 2014
15 x 21cm
28 p.
capa em papel tecido
miolo em papel pólen
costura

Trata-se de uma apropriação de um poema dramático português de 1958, onde todo o texto é recortado só restando frases sobre o mar que são reordenadas alterando a narrativa original. Sob os recortes surge a imagem do próprio mar como paisagem.

850xN

http://pingadopres.iluria.com/