AOI [COD.I.9.I.I.43] – A27 [S|COD.23]

A01 [COD. 19.1.1.43] - A27 [S COD.23]

Rennó, Rosangela, 1962 – (Belo Horizonte/MG)
AOI [COD.I.9.I.I.43] – A27 [S|COD.23] / Rosângela Rennó.
Rio de Janeiro: R. Rennó , 2013.

[336] p.: principalmente il., fots.; 34,5 x 29,2 x 3,2 cm.
offset; 500 exp. numerados. 18/500.

Projeto realizado com o patrocínio do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura – Edital Artes Visuais 2011.
“Este livro, intitulado A01 [cod.19.1.1.43] – A27 [s|cod.23], como a notação e ordenação originais dos álbuns, contém as reproduções do interior e do conteúdo de cada caixa, tal como foram encontrados após a constatação do grande furto. Dos álbuns remanescentes foram reproduzidos cerca de 20% do seu conteúdo fotográfico. Sobre o que não foi possível reproduzir aqui, cabe ao leitor exercitar sua imaginação” — P. [1].

Texto em português com tradução paralela em inglês.

Encadernação capa dura. Revestimento com papel, impressão em baixo relevo na pasta superior. Folhas de guarda em papel marmorizado e lombada em tecido. BU-

Prêmios : PhotoBook of the Year Award – Paris Photo e Aperture Foundation e Prix du Livre Historique 2013/Historical Book Award 2013 – Les Rencontres ARLES Photographie.

Nota: cortes laterais dourados

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O arquivo universal e outros arquivos

E3P1-25

Rosângela Rennó: O arquivo universal e outros arquivos
Rosângela Rennó.
Título diferenciado : Arquivo universal e outros arquivos
São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
392 p. : il. color. ;
28 x 19 x 3 cm.
Impressão em offset.

Publicado por ocasião da exposição “O arquivo universal e outros arquivos”, de Rosângela Rennó, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, de 28 de julho a 21 de setembro de 2003.

Matris lingua

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Rosângela Rennó
Matris lingua
Rio de Janeiro: EDUCAM : Academia da Latinidade, 2001.
Projeto gráfico: Rosângela Rennó e Marilá Dardot.
72 p.
23 x 12,5 x 1 cm.
Impressão offset em papel couché fosco 150g/m², colorido
tiragem 1100 exemplares.
Textos em português, francês, espanhol, italiano e línguas crioulas.
Encadernação de editor. Capa dura, com jaqueta de papel vegetal.

“Matris lingua é um arquivo em construção de canções tradicionais de embalar e ninar crianças em diversas línguas, dialetos neolatinos e línguas crioulas de base latina”.

“Todas as canções transcritas são de domínio popular, exceto: p.13 (de Celso Emílio Ferreiro), p.53 (de Henri Sauguet), p.55 (de Charles Fontaine)”

Espelho diário

ESPELHO_DIARIO_CAPA

Título: Espelho Diário
Autor: Rosangela Rennó
Data de nascimento: 1962
Editora: Editora UFMG, Imprensa Oficial de São Paulo
Ano da edição: 2008
Local de publicação: Belo Horizonte
Encadernação: capa dura
Formato: 21 cm largura 16 cm altura
ISBN: 9788570413581
480 p.
13,5×18 cm
Peso: 1290 g

Espelho Diário é uma instalação multimídia resultante da parceria entre a artista Rosangela Rennó e a escritora convidada Alicia Duarte Penna. O título da instalação é uma referência ao jornal inglês Daily Mirror, conhecido pelo seu conteúdo sensacionalista. As personagens foram inspiradas em notícias de jornais brasileiros que envolviam alguém cujo nome é Rosângela. Colecionadas durante oito anos, entre 1992 e 2000, essas notícias foram organizadas num diário-colagem pela artista, e recontadas, sob a forma de monólogos, pela escritora. Os 133 monólogos constituíram, assim, um diário, que condensa oito anos em um, de uma personagem múltipla nomeada Rosângelas. O que se apresenta neste livro é uma espécie de making-off do vídeo, em que o diálogo entre a artista e a escritora durante o processo de elaboração do roteiro pode ser ouvido pelo leitor, enquanto vê as imagens congeladas das Rosângelas.

Apagamentos

Apagamentos

Rosângela Rennó
Apagamentos
São Paulo, Cosac&Naify, 2005
Encadernação: capa dura
18 x 14,8 cm
56 p.
ISBN: 8575034707

“Foto portátil” traz a série “ Apagamentos”, na qual a artista Rosangela Rennó reúne fotografias policiais que registram cenários de crimes de investigação. As vitimas anônimas são mostradas como num “ mosaico de fotogramas” que reunidos ao mesmo tempo que tentam remontar a “cena-do-cenário-crime” , decompõe as imagens, deixando apenas rastros e reafirmando que a história já se acabou. “ O que reaparece: as casas sem seus donos, os mundos sem suas pessoas – o apagamento, de novo, dolorosamente, nós o provamos.” As séries são intercaladas com textos que fluem como uma possível narrativa ficcional.

http://editora.cosacnaify.com.br/

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